CMSs: por que utilizá-los?
Essa é uma pergunta que frequentemente tenho ouvido.
Por que utilizá-los, afinal ??
Bem antes de responder a esta pergunta, vou contar uma história que algumas pessoas vivenciaram no início da internet no Brasil, lá por volta de 1995.
Nesta época, a palavra Internet era uma novidade somente entre os usuários da computação, pessoas que pouco utilizavam a Internet nem imaginavam a fantástica porta que começava a se abrir em suas vidas dali para frente.
Enfim, nesse período, a demanda no desenvolvimento de websites era muito pequena e tampouco se falava em "Portais", algo muito mais complexo e abrangente.
O desenvolvimento nesta área era basicamente acadêmica, sem fins comerciais.
Então, sites com pouca complexidade, sem exigências de qualidade ou de confiabilidade, eram predominantes e satisfaziam o público.
Você que está lendo este artigo, deve ter ouvido alguém falar do velho Netscape 1.0. O Nestcape apresentava limitações tanto do Navegador (Browser) quanto o próprio HTML, que estava nas suas versões iniciais.
A partir dessa pequena historinha, podemos ter uma noção do quanto a Internet e ao desenvolvimento eram limitados na época. Em 10 anos, esse cenário mudou completamente.
Antes da bolha expeculativa explodir em 2001, já começavam a surgir os primeiros indícios de que o desenvolvimento web iria mudar.
O desenvolvimento se tornaria mais voltado para os negócios e assim geraria um real valor para aquele website ou portal.
Foi a partir desse novo caminho que surgiu a ideia de se criar um sistema que atendesse todos os requisitos básicos de um webiste ou portal.
Esses requisitos eram (e ainda são):
» Controle de usuários;
» Publicação de conteúdos dinâmicos;
» Monitoramento de eventos (Logs);
» Busca;
» E ainda outros que se agregaram e conforme os CMSs amadureceram.
Com esta base de ferramentas foi possível dar um salto de amadurecimento e velocidade no desenvolvimento. Os motivos básicos para que isso acontecesse foram:
» Controles triviais deixaram de ser recriados toda vez que um projeto se iniciava;
» A cada novo projeto esses controles trivais eram sempre postos à prova, e assim que surgisse uma nova necessidade, uma atualização era feita (update);
» Sistemas mais complexos começaram a ter maior espaço por conta dessa maior agilidade e amadurecimento.
Com base em todo esse histórico, só uma coisa pode ser dita: quem quiser se tornar competitivo nesse intenso mercado, tem só duas opções:
» Desenvolver um CMS que possibilite o ganho descrito acima;
» Ou optar em pesquisar e escolher um CMS Software Livre / Código aberto, que atenda suas necessidades e expectativas.
Uma coisa é certa a partir de 2009: os CMSs tomaram um incrível fôlego que atingiu não só a comunidade internacional, mas também o Brasil.
Qual desses caminhos você escolherá? eu já escolhi o meu :-).




